Bom Dia - O Diário do Médio Piracicaba

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25/07/2017 13h11

Com atraso para obter licen?as, Samarco volta a operar em 2018

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<div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> Com as opera&ccedil;&otilde;es suspensas desde novembro de 2015, ap&oacute;s o rompimento da Barragem de Fund&atilde;o, em Mariana (MG), na maior trag&eacute;dia ambiental do pa&iacute;s, que causou a morte de 19 pessoas, a mineradora Samarco s&oacute; retomar&aacute; as atividades em 2018. A previs&atilde;o inicial da companhia era retomar a produ&ccedil;&atilde;o no segundo semestre deste ano.</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> &nbsp;</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> Para voltar a operar, a Samarco, que tem como acionistas a Vale e a BHP Billiton, ainda precisa de duas licen&ccedil;as ambientais junto &agrave; Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent&aacute;vel de Minas Gerais (Semad): uma de libera&ccedil;&atilde;o da cava [cova resultante de atividade mineradora] de Alegria do Sul, no munic&iacute;pio de Ouro Preto (MG), que a companhia pretende utilizar como dep&oacute;sito de rejeitos ao retomar suas opera&ccedil;&otilde;es; e a aprova&ccedil;&atilde;o do Licenciamento Operacional Corretivo (LOC), determinado pelo governo do estado, para revalida&ccedil;&atilde;o das licen&ccedil;as de todo o Complexo de Germano, suspensas desde outubro de 2016.</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> &nbsp;</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> Contudo, mesmo ap&oacute;s a obten&ccedil;&atilde;o dos documentos, a empresa calcula que precisar&aacute; de, pelo menos, seis meses para realizar obras estruturais de engenharia para prepara&ccedil;&atilde;o da cava.</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> &nbsp;</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> De acordo com estudo sobre o impacto financeiro da paralisa&ccedil;&atilde;o da mineradora em 2017 encomendado &agrave; Tend&ecirc;ncia Consultoria Integrada, com a revis&atilde;o dos prazos para a mineradora voltar a operar, deixar&atilde;o de ser arrecadados no pr&oacute;ximo ano R$ 989 milh&otilde;es em impostos federais, estaduais e municipais. Al&eacute;m disso, cerca de 20 mil vagas diretas e indiretas de emprego est&atilde;o em risco.</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> &nbsp;</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> <strong>Processos</strong></div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> &nbsp;</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> O processo para libera&ccedil;&atilde;o da cava est&aacute; em andamento, tendo sido realizadas, pela Semad, em dezembro do ano passado, duas audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas, uma em Mariana e outra em Ouro Preto, para discutir o assunto. Em novembro, o Departamento Nacional de Produ&ccedil;&atilde;o Mineral (DNPM) concedeu a anu&ecirc;ncia para a utiliza&ccedil;&atilde;o da cava. No entanto, o licenciamento do governo mineiro &eacute; obrigat&oacute;rio.</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> &nbsp;</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> J&aacute; o segundo processo trata do chamado Licenciamento Operacional Corretivo (LOC). Esse processo depende da entrega, pela mineradora, de um Estudo e Relat&oacute;rio de Impacto Ambiental (EIA/Rima). A empresa diz que o documento passa por estudos internos e n&atilde;o tem prazo para ser entregue &agrave; Semad.</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> &nbsp;</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> De acordo com a assessoria de imprensa da Samarco, a finaliza&ccedil;&atilde;o do estudo depende da anu&ecirc;ncia das prefeituras de cinco munic&iacute;pios que est&atilde;o no entorno do complexo industrial da empresa. Quatro j&aacute; concederam a anu&ecirc;ncia, menos o munic&iacute;pio de Santa B&aacute;rbara.</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> &nbsp;</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> <strong>Retorno</strong></div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> &nbsp;</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> A Samarco pretende retomar as opera&ccedil;&otilde;es com 60% de sua capacidade produtiva. A cava de Alegria do Sul pode armazenar aproximadamente 17 milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos de rejeitos e n&atilde;o tem conex&atilde;o f&iacute;sica com o Complexo de Germano, ao qual pertencia a Barragem de Fund&atilde;o.</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> &nbsp;</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> De acordo com a proposta, a estrutura seria utilizada por dois anos e, nesse per&iacute;odo, a mineradora se encarregaria de apresentar alternativas para os anos posteriores. Ao dar o seu aval &agrave; mineradora, o DNPM considerou que &ldquo;a solu&ccedil;&atilde;o proposta &eacute; extremamente segura&rdquo;.</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> &nbsp;</div> <div id="cke_pastebin" style="text-align: justify;"> A inten&ccedil;&atilde;o da Samarco &eacute; produzir aproximadamente 36,7 milh&otilde;es de toneladas de min&eacute;rio de ferro nos dois primeiros anos ap&oacute;s a retomada.</div>

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